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		<title>DNBCast</title>
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		<title>DNBCast 008 &#8211; Kureb</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 17:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[acid]]></category>
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		<description><![CDATA[DJ Kureb é um antigo DJ e produtor de eventos de Juiz de Fora (MG). De lá ele já esteve à frente de eventos de maior porte, mais pretensiosos, e outros que só tinham como objetivo difundir sua música. Cléber Horta sempre teve um gosto musical muito apurado e é uma ambição antiga termos um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-70" title="Kureb" src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/07/kureb.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/djkureb" target="_blank">DJ Kureb </a>é um antigo DJ e produtor de eventos de Juiz de Fora (MG). De lá ele já esteve à frente de eventos de maior porte, mais pretensiosos, e outros que só tinham como objetivo difundir sua música. Cléber Horta sempre teve um gosto musical muito apurado e é uma ambição antiga termos um set dele por aqui. Enfim, conseguimos!</p>
<p><span id="more-69"></span> Confira a mini entrevista e o ótimo set gravado pro DNB Online.</p>
<p><strong><em>Você é um DJ que já passou por diversos estilos, do drum&#8217;n bass technoid até o space disco. O que um estilo precisa ter pra chamar sua atenção?</em></strong><br />
Essa mudança é muito ligada ao meu momento pessoal. Para chamar atenção, precisa ser, sobretudo, criativo e trazer boas referências. Como curioso que sou, além de tocar, me envolvo nas pesquisas e faço contatos, assim acabo levando um pouco dessa &#8220;informação&#8221; pra todo mundo que vai na minha pista.</p>
<p><strong><em>Essa seleção que você montou é deep e ao mesmo muito dançante. Quais foram os critérios que você usou pra montar esse set?</em></strong><br />
Essa seleção passa por uma evolução do que eu estava tocando no ano passado, completamente orgânico, baixos BPMs, e bastante groove. Agora, nesse set tem muitos timbres sintéticos, um pouco de acid, e muitos elementos com cara de house do fim dos anos 1980 / início dos 1990.</p>
<p><strong><em>Como é a pista em Juiz de Fora? Que tipo de som tem uma resposta melhor?</em></strong><br />
Tocar em Juiz de Fora não é fácil. Depois de mais de 10 anos e vários projetos, acho que hoje conseguimos criar uma identidade de pista &#8220;underground&#8221;, mas que ainda divide espaço com música de rádio e festas onde o foco não é a música. Junto a isso ainda tem os excessos comuns, promoter virando DJ de hit e coisas comuns de todas as cenas&#8230;</p>
<p><strong><em>Conte sobre seus projetos, faça seu jabá!</em></strong><br />
Temos agora uma parceria com o <a href="http://www.privilegenet.com.br" target="_blank">Privilège</a>, uma das melhores casas da região, onde estamos fazendo a nossa festa bimestral: a NOIZE, que acabou de completar 4 anos com um super show do ZeMaria. No primeiro semestre, fizemos lá também uma outra festa, chamada BLACKMOON, que teve a participação do Renato Ratier, aí de SP, e foi uma noite sensacional. Em um outro club um pouco menor, o <a href="http://www.muzik.com.br" target="_blank">Café Muzik</a>, estamos fazendo uma outra festa, chamada SPECIAL CLUB. Essa é 100% focada em novas tendências e tem atraído uma faixa etária interessante, bem mais nova, e que tem sido super legal.</p>
<p><strong>Tracklist</strong><br />
01 Walter Jones &#8211; AIP (Filiberto Marmelade Flat Edit)<br />
02 Lightness &#8211; Burning Mercury<br />
03 Sare Havlicek &#8211; Dreams In Dub<br />
04 Logic feat. Eddie Maduro &amp; Wayne Gardiner &#8211; The Warning [2 copy mix]<br />
05 Jimmy Edgar &#8211; Hot, Raw, Sex (Ex-Tension)<br />
06 Ichisan  &#8211; Magnetic Field<br />
07 Eli Escobar &#8211; Love Thing<br />
08 Archie Bronson Outfit &#8211; Chunk (6th Borough Project Instrumental Remix)<br />
09 Coco Steel &amp; Lovebomb &#8211; You Can&#8217;t Stop The Groove!<br />
10 Neurotic Drum Band &#8211; Robotic Hypnotic Adventure<br />
11 N.i.g.g.i. &#8211; 1992<br />
12 Paul Woolford &#8211; Gherkin Flavour<br />
13 JR Seaton &#8211; Elke Brill<br />
14 Mark Farina &#8211; That&#8217;s How (Ken Ecb&#8217;s Fun with A Moog Mix)<br />
15 Dj Harvey &#8211; Protect and Survive (Fuck Loop)<br />
16 Dennis Ferrer &#8211; Hey Hey (Deepah Ones Remix)</p>
<p></p>
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		<itunes:subtitle>DJ Kureb é um antigo DJ e produtor de eventos de Juiz de Fora (MG). De lá ele já esteve à frente de eventos de ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>DJ Kureb é um antigo DJ e produtor de eventos de Juiz de Fora (MG). De lá ele já esteve à frente de eventos de maior porte, mais pretensiosos, e outros que só tinham como objetivo difundir sua música. Cléber Horta sempre teve um gosto musical muito apurado e é uma ambição antiga termos um set dele por aqui. Enfim, conseguimos!

 Confira a mini entrevista e o ótimo set gravado pro DNB Online.

Você é um DJ que já passou por diversos estilos, do drum'n bass technoid até o space disco. O que um estilo precisa ter pra chamar sua atenção?
Essa mudança é muito ligada ao meu momento pessoal. Para chamar atenção, precisa ser, sobretudo, criativo e trazer boas referências. Como curioso que sou, além de tocar, me envolvo nas pesquisas e faço contatos, assim acabo levando um pouco dessa "informação" pra todo mundo que vai na minha pista.

Essa seleção que você montou é deep e ao mesmo muito dançante. Quais foram os critérios que você usou pra montar esse set?
Essa seleção passa por uma evolução do que eu estava tocando no ano passado, completamente orgânico, baixos BPMs, e bastante groove. Agora, nesse set tem muitos timbres sintéticos, um pouco de acid, e muitos elementos com cara de house do fim dos anos 1980 / início dos 1990.

Como é a pista em Juiz de Fora? Que tipo de som tem uma resposta melhor?
Tocar em Juiz de Fora não é fácil. Depois de mais de 10 anos e vários projetos, acho que hoje conseguimos criar uma identidade de pista "underground", mas que ainda divide espaço com música de rádio e festas onde o foco não é a música. Junto a isso ainda tem os excessos comuns, promoter virando DJ de hit e coisas comuns de todas as cenas...

Conte sobre seus projetos, faça seu jabá!
Temos agora uma parceria com o Privilège, uma das melhores casas da região, onde estamos fazendo a nossa festa bimestral: a NOIZE, que acabou de completar 4 anos com um super show do ZeMaria. No primeiro semestre, fizemos lá também uma outra festa, chamada BLACKMOON, que teve a participação do Renato Ratier, aí de SP, e foi uma noite sensacional. Em um outro club um pouco menor, o Café Muzik, estamos fazendo uma outra festa, chamada SPECIAL CLUB. Essa é 100% focada em novas tendências e tem atraído uma faixa etária interessante, bem mais nova, e que tem sido super legal.

Tracklist
01 Walter Jones - AIP (Filiberto Marmelade Flat Edit)
02 Lightness - Burning Mercury
03 Sare Havlicek - Dreams In Dub
04 Logic feat. Eddie Maduro &#38; Wayne Gardiner - The Warning [2 copy mix]
05 Jimmy Edgar - Hot, Raw, Sex (Ex-Tension)
06 Ichisan  - Magnetic Field
07 Eli Escobar - Love Thing
08 Archie Bronson Outfit - Chunk (6th Borough Project Instrumental Remix)
09 Coco Steel &#38; Lovebomb - You Can't Stop The Groove!
10 Neurotic Drum Band - Robotic Hypnotic Adventure
11 N.i.g.g.i. - 1992
12 Paul Woolford - Gherkin Flavour
13 JR Seaton - Elke Brill
14 Mark Farina - That's How (Ken Ecb's Fun with A Moog Mix)
15 Dj Harvey - Protect and Survive (Fuck Loop)
16 Dennis Ferrer - Hey Hey (Deepah Ones Remix)

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		<itunes:author>gabriel.sya@gmail.com</itunes:author>
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		<title>DNBCast 007 &#8211; Big T</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 12:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DNBCast]]></category>
		<category><![CDATA[Big T]]></category>
		<category><![CDATA[drum'n bass]]></category>

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		<description><![CDATA[Thiago Lemos é um nome comum aqui no site. Esse brasileiro, que mora na Suíça, sempre faz colaborações com o DNB Online enviando fotos e resenhas de eventos de Genebra. O que algumas pessoas não sabem é que o nosso repórter também é um renomado DJ. Conhecido como Big T, o cara já tem até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-63" title="Big T" src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/06/big_t.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p><strong>Thiago Lemos </strong>é um nome comum aqui no site. Esse<strong> brasileiro</strong>, que mora <strong>na Suíça</strong>, sempre faz colaborações com o DNB Online enviando fotos e resenhas de <strong>eventos de Genebra</strong>. O que algumas pessoas não sabem é que o nosso repórter também é um <strong>renomado DJ</strong>. Conhecido como <strong>Big T</strong>, o cara já tem até uma residência numa conceituada festa na terra do chocolate.</p>
<p><em><span id="more-62"></span></em>Leia a entrevista e ouça um set de<strong> drum&#8217;n bass </strong>que ele preparou com exclusividade pro<strong> DNBCast</strong>!</p>
<p><em>Você já tinha um contato próximo com a música antes de ser um DJ. Começar a discotecar mudou o jeito com que você ouve uma música?</em><br />
<strong>Big T &#8211; </strong>Eu posso dizer que sempre tive um contato próximo sim! Meu pai sempre tocou violão, cresci ouvindo música o tempo todo e organizava &#8220;bailinhos&#8221; com meus amigos sempre. Meu interesse discotecar surgiu algum tempo depois que eu me mudei pra Salvador em 2000. Eu era um fiel frequentador das festas do pragatecno, eu já conhecia e era conhecido por vários DJs locais. Uma noite eu fui numa festa no Pelourinho e ví o DJ Cia e o Patife tocando juntos&#8230; acho que foi naquele momento que eu me dei conta de que era aquilo que eu queria fazer. Era naquele lado da pista (atrás dos toca-discos) que eu queria estar!</p>
<p>Começar a discotecar mudou e muito o jeito como eu ouço música. Eu continuo sendo muito eclético, talvez até mais do que antes, porque eu conheço mais coisas, mas sou muito menos tolerante. Quando eu não gosto de um artista ou um estilo de música, eu faço de tudo pra evitar ouvir aquilo. E hoje, como estou mais velho, acredito que meu gosto musical seja bem melhor do que ha seis anos atrás, quando comecei a tocar.</p>
<p><em>Depois de morar e se envolver com a cena australiana e suíça, como você vê as diferenças dos eventos desses lugares comparando com o Brasil?</em><br />
<strong>Big T &#8211; </strong>Não sei se posso generalizar tanto e falar da Austrália e Suíça, mas posso falar de Sydney e Genebra, que são as cidades onde morei e moro, respectivamente. Essas duas cidades são muito semelhantes em termos de diversidade cultural e educação musical. Nas duas cada cena tem seu espaço e tem espaço pra todo mundo apesar de Genebra ser muito menor. Acho que a grande diferença dos eventos desses lugares comparando com o Brasil é o respeito com o profissional. As coisas são mais corretas e transparentes aqui na Suíça e na Austrália. O DJ recebe um cachê justo, assim como a equipe do bar, os seguranças e todos os envolvidos no evento. O pagamento sempre é feito logo depois de se apresentar.</p>
<p>No Brasil eu posso contar no dedo as vezes que fui pago na mesma noite. A não ser quando estava tocando em alguma cidade diferente. Mas é verdade que no Brasil nós somos bem receptivos e acolhedores. Nesse quesito os Brasileiros e Australianos têm muito a ensinar aos Suíços, que parecem ser super frios, mas na verdade são super tímidos e não ousam perguntar ao artista se ele quer mais uma água.</p>
<p>Com relação ao público, eu diria que os gringos têm muito mais informação a tudo que é novidade em termos de música mundial. Está na cultura do povo que sexta-feira e sábado são dias de sair de casa. O legal é que em cada esquina tem um bar com um DJ ou algum músico se apresentando. No Brasil também tem muito disso, mas a música local é muito forte e acaba abafando o alternativo. Isso é conversa pra durar horas&#8230; hehehe</p>
<p><em>Quais seus planos pra segunda parte de 2010?</em><br />
<strong>Big T &#8211; </strong>Hoje, após quase dois anos morando aqui, já sou tratado como um DJ local. Já tenho datas fixas aqui e em Lausanne e acho que minha vida como DJ está no caminho certo.</p>
<p>Meus planos para essa segunda parte do ano é dar uma energia maior à produção de eventos. Dia 2 de julho eu estarei lançando meu projeto &#8220;Lado B&#8221;, no Le Kab, que é um club muito bem conceituado em Genebra. Essa será uma festa com um foco grande na música brasileira. A partir da segunda edição a intensão é convidar artistas brasileiros que estão em turnê pela Europa ou que residem por aqui. Também participarei da produção do Veridik Festival, no final de agosto, e estou organizando uma festa grande de drum&#8217;n bass pra outubro. Um dos nomes confirmados é o S.P.Y.. Tenho outros projetos, mas por enquanto é isso que eu posso adiantar. O negócio é não ficar parado, né?!</p>
<p><strong>Gabriel Quintão</strong></p>
<p><strong>Tracklist</strong></p>
<ol>
<li>Lenzman feat. Riya &#8211; Open Page [Metalheadz]</li>
<li>Subwave &#8211; I Need You [Hospital]</li>
<li>HLZ Chef and Fats &#8211; Souljha Last [Em breve]</li>
<li>Random Movement &#8211; Waterlogged [BBE]</li>
<li>Lenzman &#8211; Bittersweet (ft. Riya) [Metalheadz]</li>
<li>Netsky &#8211; Memory Lane [Hospital]</li>
<li>DJ Marky &amp; Spy &#8211; Give Me Your Love (feat. Miri, DJ Marky, SPY &amp; Random Movement) [Innerground Records]</li>
<li>Makoto &#8211; And I Love Her [Creative Source]</li>
<li>Lenzman &#8211; Fade Away (feat. Jo-s) [Soul:r]</li>
<li>Utah Jazz &#8211; Quincy [Em Breve]</li>
<li>Netsky &amp; Jenna G &#8211; Moving With You [Hospital]</li>
<li>Marcus Intalex &#8211; Temperance [Soul:R]</li>
<li>S.P.Y &amp; Total Science &#8211; Testimony (Feat. Riya) [Clear Skyz]</li>
<li>SpectraSoul &#8211; How Strange [Shogun Audio]</li>
<li>Lenzman &amp; Redeyes &#8211; High &amp; Low [Integral]</li>
<li>Makoto &amp; Deeizm &#8211; Untold [HE:Digital]</li>
<li>Marcus Intalex &#8211; Airbourne [Soul:R]</li>
<li>Stunna &#8211; Back in Time [BBE]</li>
</ol>
<p></p>
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		<itunes:subtitle>Thiago Lemos é um nome comum aqui no site. Esse brasileiro, que mora na Suíça, sempre faz colaborações com o DNB Online enviando fotos e ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Thiago Lemos é um nome comum aqui no site. Esse brasileiro, que mora na Suíça, sempre faz colaborações com o DNB Online enviando fotos e resenhas de eventos de Genebra. O que algumas pessoas não sabem é que o nosso repórter também é um renomado DJ. Conhecido como Big T, o cara já tem até uma residência numa conceituada festa na terra do chocolate.

Leia a entrevista e ouça um set de drum'n bass que ele preparou com exclusividade pro DNBCast!

Você já tinha um contato próximo com a música antes de ser um DJ. Começar a discotecar mudou o jeito com que você ouve uma música?
Big T - Eu posso dizer que sempre tive um contato próximo sim! Meu pai sempre tocou violão, cresci ouvindo música o tempo todo e organizava "bailinhos" com meus amigos sempre. Meu interesse discotecar surgiu algum tempo depois que eu me mudei pra Salvador em 2000. Eu era um fiel frequentador das festas do pragatecno, eu já conhecia e era conhecido por vários DJs locais. Uma noite eu fui numa festa no Pelourinho e ví o DJ Cia e o Patife tocando juntos... acho que foi naquele momento que eu me dei conta de que era aquilo que eu queria fazer. Era naquele lado da pista (atrás dos toca-discos) que eu queria estar!

Começar a discotecar mudou e muito o jeito como eu ouço música. Eu continuo sendo muito eclético, talvez até mais do que antes, porque eu conheço mais coisas, mas sou muito menos tolerante. Quando eu não gosto de um artista ou um estilo de música, eu faço de tudo pra evitar ouvir aquilo. E hoje, como estou mais velho, acredito que meu gosto musical seja bem melhor do que ha seis anos atrás, quando comecei a tocar.

Depois de morar e se envolver com a cena australiana e suíça, como você vê as diferenças dos eventos desses lugares comparando com o Brasil?
Big T - Não sei se posso generalizar tanto e falar da Austrália e Suíça, mas posso falar de Sydney e Genebra, que são as cidades onde morei e moro, respectivamente. Essas duas cidades são muito semelhantes em termos de diversidade cultural e educação musical. Nas duas cada cena tem seu espaço e tem espaço pra todo mundo apesar de Genebra ser muito menor. Acho que a grande diferença dos eventos desses lugares comparando com o Brasil é o respeito com o profissional. As coisas são mais corretas e transparentes aqui na Suíça e na Austrália. O DJ recebe um cachê justo, assim como a equipe do bar, os seguranças e todos os envolvidos no evento. O pagamento sempre é feito logo depois de se apresentar.

No Brasil eu posso contar no dedo as vezes que fui pago na mesma noite. A não ser quando estava tocando em alguma cidade diferente. Mas é verdade que no Brasil nós somos bem receptivos e acolhedores. Nesse quesito os Brasileiros e Australianos têm muito a ensinar aos Suíços, que parecem ser super frios, mas na verdade são super tímidos e não ousam perguntar ao artista se ele quer mais uma água.

Com relação ao público, eu diria que os gringos têm muito mais informação a tudo que é novidade em termos de música mundial. Está na cultura do povo que sexta-feira e sábado são dias de sair de casa. O legal é que em cada esquina tem um bar com um DJ ou algum músico se apresentando. No Brasil também tem muito disso, mas a música local é muito forte e acaba abafando o alternativo. Isso é conversa pra durar horas... hehehe

Quais seus planos pra segunda parte de 2010?
Big T - Hoje, após quase dois anos morando aqui, já sou tratado como um DJ local. Já tenho datas fixas aqui e em Lausanne e acho que minha vida como DJ está no caminho certo.

Meus planos para essa segunda parte do ano é dar uma energia maior à produção de eventos. Dia 2 de julho eu estarei lançando meu projeto "Lado B", no Le Kab, que é um club muito bem conceituado em Genebra. Essa será uma festa com um foco grande na música brasileira. A partir da segunda edição a intensão é convidar artistas brasileiros que estão em turnê pela Europa </itunes:summary>
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		<title>DNBCast 006 &#8211; Nedu Lopes</title>
		<link>http://dnbcast.dnbonline.com.br/2010/06/dnbcast-006-nedu-lopes/</link>
		<comments>http://dnbcast.dnbonline.com.br/2010/06/dnbcast-006-nedu-lopes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 17:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DNBCast]]></category>
		<category><![CDATA[breakbeat]]></category>
		<category><![CDATA[Nedu Lopes]]></category>

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		<description><![CDATA[O breakbeat em Belo Horizonte (MG) sempre foi ligado diretamente ao nome de Nedu Lopes. Desde a explosão do nu skool breaks, no começo da década passada, Nedu sempre foi o símbolo máximo do estilo na capital mineira e também um nome de respeito no movimento mundial. Com duas turnês internacionais no currículo, ele é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nedu-lopes.jpg" alt="" title="Nedu Lopes" width="450" height="250" class="alignnone size-full wp-image-52" /></p>
<p>O breakbeat em <strong>Belo Horizonte</strong> (MG) sempre foi ligado diretamente ao nome de <strong>Nedu Lopes</strong>. Desde a explosão do nu skool breaks, no começo da década passada, Nedu sempre foi o símbolo máximo do estilo na capital mineira e também um nome de respeito no movimento mundial. Com<strong> duas turnês internacionais</strong> no currículo, ele é considerado um dos <strong>melhores DJs de turntablism</strong> da música eletrônica brasileira. </p>
<p><span id="more-51"></span>Agora <strong>morando em São Paulo</strong> e pronto pra uma nova empreitada em sua carreira, o cara nos concedeu um <strong>set exclusivo </strong>e uma mini entrevista, onde ele fala sobre a sua mudança, a mistura de estilos e dá uma prévia do que podemos esperar dele como <strong>produtor</strong>.<br />
</p>
<p><em>Conte sobre sua mudança pra São Paulo. Qual foi o fator que mais pesou na sua decisão?</em><br />
<strong>Nedu Lopes &#8211; </strong>Há muito tempo tenho vontade de morar em SP. No final do ano passado surgiu uma boa oportunidade de morar com mais dois amigos daqui, então me organizei pra poder vir no começo deste ano, cumpri umas últimas gigs em BH e vim pra cá no final de março. O que mais pesou nessa decisão foi o fato de SP ter um mercado de música eletrônica maior e consequentemente mais profissional.</p>
<p><em>Quais diferenças que você notou em tocar em SP e Minas Gerais?</em><br />
<strong>Nedu Lopes &#8211; </strong>Na verdade não sinto tantas diferenças entre SP e BH. Percebo mais entre clubes e projetos. Alguns daqui tem público parecido com alguns em BH. Mas como em SP tem um número maior de eventos, acaba tendo alguns que eu não vejo equivalentes em BH.</p>
<p><em>Você pensa em misturar outros estilos, que não breakbeat, em seu set? O que você acha dessa tendência?</em><br />
<strong>Nedu Lopes &#8211; </strong>Tenho feito isso há um tempo já. Na verdade eu sempre toquei de quase tudo. Quando comecei, no início dos anos 90, a música eletrônica não era tão segmentada. Era muito comum o DJ tocar house, techno, freestyle, rap&#8230; No começo dos anos 00 senti necessidade de me especializar em um estilo, e me dediquei aos breaks. Mas hoje em dia é muito raro poder tocar só breaks. O estilo ainda é meio “marginalizado”. Então tenho tocado basicamente house, electro e breaks. Acho bem interessante essa tendência de misturar vários estilos, desde que o DJ saiba construir um set coerente.</p>
<p><em>Sabemos que você também trabalha como produtor. Como estão os projetos nessa área?</em><br />
<strong>Nedu Lopes &#8211; </strong>Recentemente fiz uma faixa com o Dudu (Ali Disco B), um dos integrantes do Killer On The Dancefloor. Falta só fazer a masterização. E tenho alguns projetos no Ableton para serem finalizados. Pra quem quiser conferir umas tracks mais recentes, e também sets e vídeos, tem no meu <a href="http://www.myspace.com/djnedulopes" target="_blank">Myspace</a>.</p>
<p><strong>Gabriel Quintão</strong></p>
<p><strong>Tracklist</strong></p>
<ol>
<li>Moguai &#8211; Flex, rex, mansion</li>
<li>Mr. B &#8211; Little acid people</li>
<li>Rainbow Warfare &#8211; All about that</li>
<li>DJ Dan &#038; Uberzone feat. Blake Lewis &#8211; Operator (Miles Dyson remix)</li>
<li>The Loop Of Fury &#8211; Soap (Peo De Pitte mix)</li>
<li>Dope &#8211; The phonecall</li>
<li>Lee Coombs &#8211; Detox (Access Denied remix)</li>
<li>Hatiras, Jelo, Stanton Warriors and Vandal &#8211; M.A.D. (Elite Force mix)</li>
<li>Dirty Super Car &#8211; Get a grip</li>
<li>Tom Deluxx &#8211; Run (Cyberpunkers remix)</li>
<li>Cyberpunkers &#8211; I needed to go</li>
<li>Freerange DJs &#8211; Back to the old Jack (Quadrat Beat remix)</li>
</ol>
<p></p>
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		<itunes:subtitle>O breakbeat em Belo Horizonte (MG) sempre foi ligado diretamente ao nome de Nedu Lopes. Desde a explosão do nu skool breaks, no começo da ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O breakbeat em Belo Horizonte (MG) sempre foi ligado diretamente ao nome de Nedu Lopes. Desde a explosão do nu skool breaks, no começo da década passada, Nedu sempre foi o símbolo máximo do estilo na capital mineira e também um nome de respeito no movimento mundial. Com duas turnês internacionais no currículo, ele é considerado um dos melhores DJs de turntablism da música eletrônica brasileira. 

Agora morando em São Paulo e pronto pra uma nova empreitada em sua carreira, o cara nos concedeu um set exclusivo e uma mini entrevista, onde ele fala sobre a sua mudança, a mistura de estilos e dá uma prévia do que podemos esperar dele como produtor.


Conte sobre sua mudança pra São Paulo. Qual foi o fator que mais pesou na sua decisão?
Nedu Lopes - Há muito tempo tenho vontade de morar em SP. No final do ano passado surgiu uma boa oportunidade de morar com mais dois amigos daqui, então me organizei pra poder vir no começo deste ano, cumpri umas últimas gigs em BH e vim pra cá no final de março. O que mais pesou nessa decisão foi o fato de SP ter um mercado de música eletrônica maior e consequentemente mais profissional.

Quais diferenças que você notou em tocar em SP e Minas Gerais?
Nedu Lopes - Na verdade não sinto tantas diferenças entre SP e BH. Percebo mais entre clubes e projetos. Alguns daqui tem público parecido com alguns em BH. Mas como em SP tem um número maior de eventos, acaba tendo alguns que eu não vejo equivalentes em BH.

Você pensa em misturar outros estilos, que não breakbeat, em seu set? O que você acha dessa tendência?
Nedu Lopes - Tenho feito isso há um tempo já. Na verdade eu sempre toquei de quase tudo. Quando comecei, no início dos anos 90, a música eletrônica não era tão segmentada. Era muito comum o DJ tocar house, techno, freestyle, rap... No começo dos anos 00 senti necessidade de me especializar em um estilo, e me dediquei aos breaks. Mas hoje em dia é muito raro poder tocar só breaks. O estilo ainda é meio “marginalizado”. Então tenho tocado basicamente house, electro e breaks. Acho bem interessante essa tendência de misturar vários estilos, desde que o DJ saiba construir um set coerente.

Sabemos que você também trabalha como produtor. Como estão os projetos nessa área?
Nedu Lopes - Recentemente fiz uma faixa com o Dudu (Ali Disco B), um dos integrantes do Killer On The Dancefloor. Falta só fazer a masterização. E tenho alguns projetos no Ableton para serem finalizados. Pra quem quiser conferir umas tracks mais recentes, e também sets e vídeos, tem no meu Myspace.

Gabriel Quintão

Tracklist

	Moguai - Flex, rex, mansion
	Mr. B - Little acid people
	Rainbow Warfare - All about that
	DJ Dan &#38; Uberzone feat. Blake Lewis - Operator (Miles Dyson remix)
	The Loop Of Fury - Soap (Peo De Pitte mix)
	Dope - The phonecall
	Lee Coombs - Detox (Access Denied remix)
	Hatiras, Jelo, Stanton Warriors and Vandal - M.A.D. (Elite Force mix)
	Dirty Super Car - Get a grip
	Tom Deluxx - Run (Cyberpunkers remix)
	Cyberpunkers - I needed to go
	Freerange DJs - Back to the old Jack (Quadrat Beat remix)


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		<itunes:keywords>DNBCast</itunes:keywords>
		<itunes:author>gabriel.sya@gmail.com</itunes:author>
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		<title>DNBCast 005 &#8211; Ney Faustini</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 02:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Marcio Martinez Estamos sempre falando de Ney Faustini aqui no DNB Online. Sempre que o cara lança uma nova música ou libera um novo mix a gente procura noticiar. Isso não é uma simples questão de preferência ou favorecimento. Ney é um dos mais carismáticos e competentes nomes da cena de música eletrônica do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small;">Foto: Marcio Martinez</span><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-41" title="Ney Faustini" src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/05/ney_faustini.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p>Estamos sempre falando de Ney Faustini aqui no DNB Online. Sempre que o cara lança uma nova música ou libera um novo mix a gente procura noticiar. Isso não é uma simples questão de preferência ou favorecimento. Ney é um dos mais carismáticos e competentes nomes da cena de música eletrônica do Brasil.</p>
<p><span id="more-40"></span>Depois de vários anos estabelecido no drum&#8217;n bass, Ney agora também inclui house e dubstep em seus sets. A polêmica ao redor dessas misturas já é passado e o sucesso está sempre estampado na pista de dança.</p>
<p>Dê o play no set e ouça enquanto lê essa mini-entrevista que fizemos com o cara.</p>
<p><em>Você sempre foi um DJ de drum&#8217;n bass. Quando foi que tomou a decisão de expandir os estilos do seu set?</em><br />
<strong>Ney Faustini &#8211; </strong>Acho que foi quando eu decidi que eu não queria ser &#8220;DJ de alguma coisa&#8221;. Queria simplesmente tocar músicas que eu gosto, independente do estilo. Na verdade eu já fazia sets mais misturados em festas de amigos, tocando desde musica brasileira até funk/soul e house. Embora já frequentasse festas de house e techno há anos e também já tivesse alguns discos, não investia tanto nesses estilos como DJ. Mas aos poucos fui intensificando minha pesquisa sem me prender a rótulos ou BPM. Uma das coisas mais excitantes pra mim é pesquisar e o campo musical dentro de BPMs que podem ir de 110 a 140, por exemplo, é enorme. No final, acho que a essência da música que eu toco continua a mesma.</p>
<p><em>Qual foi a maior diferença que você notou entre tocar numa festa só de DNB e tocar em uma de house?</em><br />
<strong>Ney Faustini &#8211; </strong>Acho que depende muito da festa, do club e do público. As duas pistas são bastante exigentes, principalmente se é uma galera que acompanha e conhece o estilo. Eu via muito essa característica em festas de drum&#8217;n bass, por exemplo, quando a informação ainda era menos disseminada. Um público geralmente muito fiel, que conhece quase todas as músicas do momento, os artistas. As reações de pista tem suas peculiaridades em ambos os casos, mas também depende da festa. Mas falando na construção dos sets, no dnb em geral, eu toco mais músicas em uma hora do que num set house. Acho que o BPM e a evolução das musicas em si pedem isso.</p>
<p><em>O que você prioriza na hora de escolher as faixas do seu repertório?</em><br />
<strong>Ney Faustini &#8211; </strong>As minhas influências musicais sempre contam muito quando estou comprando música ou separando discos pra tocar em determinada noite. Musica deep, ou algumas vezes um pouco mais dark, com pitadas de dub, funk, jazz&#8230; Da pra perceber isso tanto nos meus sets de dnb, quanto nos de house. Mas tenho que ser sempre coerente com a proposta da festa que vou tocar. Gosto de fugir do óbvio, de tocar coisas diferentes, mas sem esquecer que tenho que agradar à pista. Já neste set que gravei, toquei dnb e house, mas não me vejo fazendo sets assim por aí, pelo menos por enquanto. Tem que ser uma festa que tenha essa abertura e um público com a cabeça aberta pra isso também. Mas acho que uma das idéias desse set é essa: despertar esse interesse em encontrar as ligações entre os estilos.</p>
<p><em>2010 tem sido um ano movimentado pra sua carreira, quais são os próximos planos?</em><br />
<strong>Ney Faustini &#8211; </strong>Quero evoluir no campo das produções, onde só dei um foco maior nos últimos dois anos. Pretendo estudar piano e eventualmente outros instrumentos. Espero conseguir lançar algumas das minhas tracks. Tenho três EPs de house saindo agora entre maio e julho. Um pelo selo mineiro Conteúdo Records e outros dois pelo japonês Fountain Music. Também vou retomar a minha festa de house e afins, a &#8220;Soulution&#8221;. Quero continuar fazendo sets de house, dnb ou o que mais as ocasiões me oferecerem.</p>
<p><strong>Gabriel Quintão</strong></p>
<p><strong>Tracklist:</strong></p>
<ol>
<li>Alix Perez &#8211; The Cut Deepens [Shogun Audio]</li>
<li>Rockwell &#8211; Noir [Critical]</li>
<li>Phace &amp; Noisia &#8211; Sore Point [Neosignal]</li>
<li>S.P.Y. &#8211; The Bug [Spearhead]</li>
<li>Survival &#8211; Secrets [Audio Tactics]</li>
<li>Breakage &#8211; Old Skool Ting [Digital Soundboy]</li>
<li>Spectrasoul &#8211; Four Points [Metalheadz]</li>
<li>Alix Perez &amp; Spectrasoul &#8211; Forsaken [Shogun Audio]</li>
<li>Instra:mental &#8211; Watching You [Nonplus]</li>
<li>Abstract Elements &#8211; Abysmal Depth [Exit]</li>
<li>Instra:mental &#8211; Leave It All Behind [Apple Pips]</li>
<li>Ney Faustini &#8211; One Year [Conteudo Records]</li>
<li>Palm Skin Productions &#8211; Done (Shur-I-Kan Mix) [Dark Energy]</li>
<li>Sascha Dive &#8211; Black Panther (Don Melon Remix) [Deep Vibes]</li>
<li>Ney Faustini &#8211; Free My Soul [Fountain Music]</li>
<li>Pezzner &#8211; Almost Here Part 2 [Freerange]</li>
<li>Motor City Drum Ensemble &#8211; Got It [Prime Numbers]</li>
<li>Moodymann &#8211; I&#8217;d Rather Be Lonely [KDJ]</li>
</ol>
<p></p>
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		<itunes:subtitle>Foto: Marcio Martinez


Estamos sempre falando de Ney Faustini aqui no DNB Online. Sempre que o cara lança uma nova música ou libera um novo mix ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Foto: Marcio Martinez


Estamos sempre falando de Ney Faustini aqui no DNB Online. Sempre que o cara lança uma nova música ou libera um novo mix a gente procura noticiar. Isso não é uma simples questão de preferência ou favorecimento. Ney é um dos mais carismáticos e competentes nomes da cena de música eletrônica do Brasil.

Depois de vários anos estabelecido no drum'n bass, Ney agora também inclui house e dubstep em seus sets. A polêmica ao redor dessas misturas já é passado e o sucesso está sempre estampado na pista de dança.

Dê o play no set e ouça enquanto lê essa mini-entrevista que fizemos com o cara.

Você sempre foi um DJ de drum'n bass. Quando foi que tomou a decisão de expandir os estilos do seu set?
Ney Faustini - Acho que foi quando eu decidi que eu não queria ser "DJ de alguma coisa". Queria simplesmente tocar músicas que eu gosto, independente do estilo. Na verdade eu já fazia sets mais misturados em festas de amigos, tocando desde musica brasileira até funk/soul e house. Embora já frequentasse festas de house e techno há anos e também já tivesse alguns discos, não investia tanto nesses estilos como DJ. Mas aos poucos fui intensificando minha pesquisa sem me prender a rótulos ou BPM. Uma das coisas mais excitantes pra mim é pesquisar e o campo musical dentro de BPMs que podem ir de 110 a 140, por exemplo, é enorme. No final, acho que a essência da música que eu toco continua a mesma.

Qual foi a maior diferença que você notou entre tocar numa festa só de DNB e tocar em uma de house?
Ney Faustini - Acho que depende muito da festa, do club e do público. As duas pistas são bastante exigentes, principalmente se é uma galera que acompanha e conhece o estilo. Eu via muito essa característica em festas de drum'n bass, por exemplo, quando a informação ainda era menos disseminada. Um público geralmente muito fiel, que conhece quase todas as músicas do momento, os artistas. As reações de pista tem suas peculiaridades em ambos os casos, mas também depende da festa. Mas falando na construção dos sets, no dnb em geral, eu toco mais músicas em uma hora do que num set house. Acho que o BPM e a evolução das musicas em si pedem isso.

O que você prioriza na hora de escolher as faixas do seu repertório?
Ney Faustini - As minhas influências musicais sempre contam muito quando estou comprando música ou separando discos pra tocar em determinada noite. Musica deep, ou algumas vezes um pouco mais dark, com pitadas de dub, funk, jazz... Da pra perceber isso tanto nos meus sets de dnb, quanto nos de house. Mas tenho que ser sempre coerente com a proposta da festa que vou tocar. Gosto de fugir do óbvio, de tocar coisas diferentes, mas sem esquecer que tenho que agradar à pista. Já neste set que gravei, toquei dnb e house, mas não me vejo fazendo sets assim por aí, pelo menos por enquanto. Tem que ser uma festa que tenha essa abertura e um público com a cabeça aberta pra isso também. Mas acho que uma das idéias desse set é essa: despertar esse interesse em encontrar as ligações entre os estilos.

2010 tem sido um ano movimentado pra sua carreira, quais são os próximos planos?
Ney Faustini - Quero evoluir no campo das produções, onde só dei um foco maior nos últimos dois anos. Pretendo estudar piano e eventualmente outros instrumentos. Espero conseguir lançar algumas das minhas tracks. Tenho três EPs de house saindo agora entre maio e julho. Um pelo selo mineiro Conteúdo Records e outros dois pelo japonês Fountain Music. Também vou retomar a minha festa de house e afins, a "Soulution". Quero continuar fazendo sets de house, dnb ou o que mais as ocasiões me oferecerem.

Gabriel Quintão

Tracklist:

	Alix Perez - The Cut Deepens [Shogun Audio]
	Rockwell - Noir [Critical]
	Phace &#38; Noisia - Sore Point [Neosignal]
	S.P.Y. - The Bug [Spearhead]
	Survival - Secrets [Audio Tactics]
	Breakage - Old Skool Ting [Digital Soundboy]
	Sp</itunes:summary>
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		<itunes:author>gabriel.sya@gmail.com</itunes:author>
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		<title>DNBCast 004 &#8211; Branco</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 16:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DJ Branco não é um nome muito conhecido nos grandes centros, mas em São Carlos (SP) o cara tem o respeito de todos do meio musical. DJ há mais de quinze anos, se especializou em techno quando a música eletrônica se segmentou em sub-estilos. Branco é dono de uma técnica de mixagem incrível e uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-36" title="Branco" src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Branco.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p>DJ Branco não é um nome muito conhecido nos grandes centros, mas em São Carlos (SP) o cara tem o respeito de todos do meio musical. DJ há mais de quinze anos, se especializou em techno quando a música eletrônica se segmentou em sub-estilos. <a href="http://www.myspace.com/brancodj" target="_blank"></a></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/brancodj" target="_blank"><span id="more-33"></span>Branco</a> é dono de uma técnica de mixagem incrível e uma percepção pra comandar a pista de dança que poucos conseguem  ter. Sempre estudando produção e sempre fazendo mistério sobre os resultados nessa empreitada, ultimamente começou a divulgar suas faixas e impressionar muita gente. Vale a pena dar uma olhada no <a href="http://www.myspace.com/brancodj" target="_blank">Myspace</a> dele e checar o nível das músicas.</p>
<p>Convidado por nós pra fazer esse DNBCast, ele decidiu por fazer um set só de faixas do respeitadíssimo selo Underground Resistance, de Detroit. O resultado não pode ser descrito com palavras. Dê o play, leia a entrevista e conheça esse maduro talento do interior paulista.</p>
<p><em>Quando e como começou seu envolvimento com música?</em><br />
<strong>Branco &#8211; </strong>O interesse veio quando eu frequentava as matinês de um club (Delphos Night Club) aqui de São Carlos no começo dos anos 90. Comecei a comprar discos e pesquisar sobre música eletrônica nessa época e nunca mais parei, hoje eu sou um apaixonado por musica, independente de estilos!</p>
<p><em>Como está caminhando o Branco produtor?</em><br />
<strong>Branco &#8211; </strong>Estou trabalhando bastante, aprendendo e descobrindo coisas novas a cada dia que passa. Já tenho duas faixas lançadas pelo <a href="http://www.myspace.com/musicmovida" target="_nlank">Movida Music</a> e mais duas do meu projeto &#8220;Brankelo&#8221;, assinadas pelo <a href="http://www.myspace.com/valvularecords" target="_blank">Valvula Records</a>, que devem sair em breve. Também  estou disponibilizando algumas faixas gratuitamente no portal <a href="http://audiobuzzz.net/category/artistas/branco/" target="_blank">audiobuzzz.net</a>: uma comunidade de músicas grátis criada por produtores brasileiros. É uma boa dica pra galera do site que está a fim de divulgar seus trabalhos !</p>
<p><em>O techno tem se misturado com o house, o DNB com o dubstep. Como você vê essa evolução recente dos estilos?</em><br />
<strong>Branco &#8211; </strong>Acho que mais do que a evolução dos estilos é a evolução das pessoas que consomem música eletrônica que está possibilitando essa mistura novamente. Afinal, as raízes da música eletrônica são as mesmas. Nesse set que fiz para o DNB Online eu peguei o selo UR como referência para mostrar exatamente essa mistura de estilos na suas raízes, é um set de techno com batidas quebradas.</p>
<p><strong>Gabriel Quintão</strong></p>
<p><strong>Tracklist:</strong></p>
<ol>
<li>OBX-A &#8211; The Rings Of Saturn (UR)</li>
<li>Mark Taylor &#8211; Antimatter Premium Unleaded (UR)</li>
<li>Drexciya &#8211; WaveJumper-313 (UR)</li>
<li>Mark Taylor &#8211; Frequency Snowstorm (UR)</li>
<li>Underground Resistance &#8211; In Or Out (Wishywashy Artist Mix) (UR)</li>
<li>Underground Resistance &#8211; Kill My Radio Station (UR)</li>
<li>DJ Skurge &#8211; Sabotage (UR)</li>
<li>Drexciya &#8211; You Don&#8217;t Know (UR)</li>
<li>Chaos &#8211; Afrogermanic (UR)</li>
<li>Mad Mike &#8211; Hi-Tech Dreams (UR)</li>
<li>Drexciya &#8211; Bang Bang (UR)</li>
<li>Dark Energy &#8211; Acid Africa (UR)</li>
<li>Mad Mike &#8211; Lo-Tech Reality (UR)</li>
<li>Underground Resistance &#8211; I Am UR (UR)</li>
</ol>
<p></p>
]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>DJ Branco não é um nome muito conhecido nos grandes centros, mas em São Carlos (SP) o cara tem o respeito de todos do meio ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>DJ Branco não é um nome muito conhecido nos grandes centros, mas em São Carlos (SP) o cara tem o respeito de todos do meio musical. DJ há mais de quinze anos, se especializou em techno quando a música eletrônica se segmentou em sub-estilos. 

Branco é dono de uma técnica de mixagem incrível e uma percepção pra comandar a pista de dança que poucos conseguem  ter. Sempre estudando produção e sempre fazendo mistério sobre os resultados nessa empreitada, ultimamente começou a divulgar suas faixas e impressionar muita gente. Vale a pena dar uma olhada no Myspace dele e checar o nível das músicas.

Convidado por nós pra fazer esse DNBCast, ele decidiu por fazer um set só de faixas do respeitadíssimo selo Underground Resistance, de Detroit. O resultado não pode ser descrito com palavras. Dê o play, leia a entrevista e conheça esse maduro talento do interior paulista.


Quando e como começou seu envolvimento com música?
Branco - O interesse veio quando eu frequentava as matinês de um club (Delphos Night Club) aqui de São Carlos no começo dos anos 90. Comecei a comprar discos e pesquisar sobre música eletrônica nessa época e nunca mais parei, hoje eu sou um apaixonado por musica, independente de estilos!

Como está caminhando o Branco produtor?
Branco - Estou trabalhando bastante, aprendendo e descobrindo coisas novas a cada dia que passa. Já tenho duas faixas lançadas pelo Movida Music e mais duas do meu projeto "Brankelo", assinadas pelo Valvula Records, que devem sair em breve. Também  estou disponibilizando algumas faixas gratuitamente no portal audiobuzzz.net: uma comunidade de músicas grátis criada por produtores brasileiros. É uma boa dica pra galera do site que está a fim de divulgar seus trabalhos !

O techno tem se misturado com o house, o DNB com o dubstep. Como você vê essa evolução recente dos estilos?
Branco - Acho que mais do que a evolução dos estilos é a evolução das pessoas que consomem música eletrônica que está possibilitando essa mistura novamente. Afinal, as raízes da música eletrônica são as mesmas. Nesse set que fiz para o DNB Online eu peguei o selo UR como referência para mostrar exatamente essa mistura de estilos na suas raízes, é um set de techno com batidas quebradas.

Gabriel Quintão

Tracklist:

	OBX-A - The Rings Of Saturn (UR)
	Mark Taylor - Antimatter Premium Unleaded (UR)
	Drexciya - WaveJumper-313 (UR)
	Mark Taylor - Frequency Snowstorm (UR)
	Underground Resistance - In Or Out (Wishywashy Artist Mix) (UR)
	Underground Resistance - Kill My Radio Station (UR)
	DJ Skurge - Sabotage (UR)
	Drexciya - You Don't Know (UR)
	Chaos - Afrogermanic (UR)
	Mad Mike - Hi-Tech Dreams (UR)
	Drexciya - Bang Bang (UR)
	Dark Energy - Acid Africa (UR)
	Mad Mike - Lo-Tech Reality (UR)
	Underground Resistance - I Am UR (UR)

</itunes:summary>
		<itunes:keywords>DNBCast</itunes:keywords>
		<itunes:author>gabriel.sya@gmail.com</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
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	</item>
		<item>
		<title>DNBCast 003 &#8211; DJ Will</title>
		<link>http://dnbcast.dnbonline.com.br/2010/04/dnbcast-003-dj-will/</link>
		<comments>http://dnbcast.dnbonline.com.br/2010/04/dnbcast-003-dj-will/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 21:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[DNBCast]]></category>
		<category><![CDATA[deep]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Will]]></category>
		<category><![CDATA[drum'n bass]]></category>

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		<description><![CDATA[DJ Will é certamente um dos nomes mais conhecidos dos amantes de drum&#8217;n bass em São Paulo. Em 1997 ele já discotecava na Toco, depois foi residente na Torre do Dr.Zero, ambos redutos que marcaram o início da música eletrônica paulistana. Em sua bagagem tem desde passagens por clubs como D-Edge, Lov.e, Manga Rosa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-26" title="Will" src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Will.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p>DJ Will é certamente um dos nomes mais conhecidos dos amantes de drum&#8217;n bass em São Paulo. Em 1997 ele já discotecava na Toco, depois foi residente na Torre do Dr.Zero, ambos redutos que marcaram o início da música eletrônica paulistana.</p>
<p><span id="more-25"></span>Em sua bagagem tem desde passagens por  clubs como D-Edge, Lov.e, Manga Rosa e Vegas até apresentações em festivais como Skol Beats e Spirit of London. Sua primeira produção oficial, &#8220;A  Cidade Parou&#8221;, foi assinada pela gravadora Trama/Sambaloco Records  e integra a coletânea &#8220;Espiritual Drum&#8217;n Bass&#8221;,  lançada  em 2000. Will é responsável por uma coluna na revista DJ Sound,  chamada Overflow e há sete anos ministra cursos de DJ na escola DJ Ban.</p>
<p>Atualmente, através do projeto Deep  Drum&#8217;n Bass &amp; Influences, mostra sua  versatilidade nos toca-discos   com sets dos mais variados, passeando pela house music e suas vertentes  ao liquid funk e é claro: drum&#8217;n bass.</p>
<p><em>Você  toca há muito tempo e com uma frequência que poucos conseguem manter.  A que você acha que se deve esse sucesso contínuo?</em><br />
<strong>Will &#8211; </strong>Acredito que isso se deva à galera que acompanha o meu trabalho, o qual procuro fazer bem. Tento sentir e agradar a todos presentes na minha pista, isso é bem difícil, mas acredito que consiga pelo menos agradar a  maioria. Não tem coisa mais gratificante do que sair dos decks e ver o sorriso no rosto das pessoas. Esse é um comprometimento que eu tenho. Procuro aproveitar as oportunidades que tenho, hoje em dia com a experiência que adquiri, tento não cometer os erros do passado também.</p>
<p><em>Nos conte como você  escolhe as músicas do seu set, vale mais o que a pista quer ou o que você gosta mais?</em><br />
<strong>Will &#8211; </strong>Sem dúvida vale mais o que a pista quer, ainda mais no momento que estamos passando. Atualmente eu toco olhando ainda mais para a pista e procuro tocar de acordo com o público, minha preocupação não é só mostrar as coisas novas. É um pouco complicado as vezes, mas estamos passando por uma mudança de público nas festas e não temos muitos hits. Tracks como &#8220;Put The Woman First&#8221;, &#8220;Burguesinha&#8221; e &#8220;Mindnight&#8221; nunca faltam no meu case, pois são tracks que chamam a atenção de quem está curtindo uma festa de drum´n bass pela primeira vez. Depois de um tempo estas pessoas passam a procurar por mais informações. Tenho essa noção por causa  pelos meus alunos na DJ Ban, muitos nem sabem o que é drum&#8217;n bass quando chegam lá, acredita? Depois de um tempo já me perguntam por nomes como Noisia, Bcee e outros. Isso é bem gratificante e recarrega meus ânimos.</p>
<p><em>Sabemos que você anda fazendo algumas produções, o que podemos esperar do produtor Will em 2010?</em><br />
<strong>Will &#8211; </strong> Muito em breve já estará  disponível um EP chamado São Paulo Connections, com &#8220;I Cant Get Enought&#8221; produzida por mim, e outra &#8220;São Paulo Nights&#8221;, que fiz junto com o Giorgiolive e com o Wes. O lançamento será pelo selo do BeatsConnection. Tenho feito mais algumas coisas que ando tocando nos meus sets, mas nada com previsão de lançamento. Tenho tirado um pouco mais de tempo para conversar com meu amigo Reason (rs&#8230;), então até o final de 2010 terei mais faixas próprias nos meus sets. Demoro um pouco para fazer as tracks porque gosto de tirar meus próprios sons e acordes com meu teclado MIDI, o Reason é bem intuitivo nisso.</p>
<p><strong>Gabriel Quintão</strong></p>
<p><strong>Tracklist:</strong></p>
<ol>
<li>Giogiolive feat Paulo Sérgio &#8211; Um Segredo (DJ Will Rmx) &#8211; (Beatsconnection)</li>
<li>Random Movement &#8211; Infinite (Progress Recordings)</li>
<li>Calibre &#8211; Half Full (Signature)</li>
<li>Random Movement &#8211; Scotch Bonnet (Intrigue Music)</li>
<li>Spectrasoul &#8211; Guardian (Metalheadz)</li>
<li>Bass Reflex &#8211; Amplify (Plate)</li>
<li>Taxman &#8211; If Only (Ganja)</li>
<li>Random Movement &#8211; She Don´t Get it (Nu Directions)</li>
<li>Makoto &amp; DJ Marky &#8211; Togetherness (HE:Digital)</li>
<li>DJ Will &#8211; I Can´t Get Enought (BeatsConnection)</li>
<li>Rougue Soul &#8211; Be With You DJ Marky &amp; Spy (BBE)</li>
<li>Funktastics &#8211; Private World (Spin Recordings)</li>
</ol>
<p></p>
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		<itunes:subtitle>DJ Will é certamente um dos nomes mais conhecidos dos amantes de drum'n bass em São Paulo. Em 1997 ele já discotecava na Toco, depois ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>DJ Will é certamente um dos nomes mais conhecidos dos amantes de drum'n bass em São Paulo. Em 1997 ele já discotecava na Toco, depois foi residente na Torre do Dr.Zero, ambos redutos que marcaram o início da música eletrônica paulistana.

Em sua bagagem tem desde passagens por  clubs como D-Edge, Lov.e, Manga Rosa e Vegas até apresentações em festivais como Skol Beats e Spirit of London. Sua primeira produção oficial, "A  Cidade Parou", foi assinada pela gravadora Trama/Sambaloco Records  e integra a coletânea "Espiritual Drum'n Bass",  lançada  em 2000. Will é responsável por uma coluna na revista DJ Sound,  chamada Overflow e há sete anos ministra cursos de DJ na escola DJ Ban.

Atualmente, através do projeto Deep  Drum'n Bass &#38; Influences, mostra sua  versatilidade nos toca-discos   com sets dos mais variados, passeando pela house music e suas vertentes  ao liquid funk e é claro: drum'n bass.

Você  toca há muito tempo e com uma frequência que poucos conseguem manter.  A que você acha que se deve esse sucesso contínuo?
Will - Acredito que isso se deva à galera que acompanha o meu trabalho, o qual procuro fazer bem. Tento sentir e agradar a todos presentes na minha pista, isso é bem difícil, mas acredito que consiga pelo menos agradar a  maioria. Não tem coisa mais gratificante do que sair dos decks e ver o sorriso no rosto das pessoas. Esse é um comprometimento que eu tenho. Procuro aproveitar as oportunidades que tenho, hoje em dia com a experiência que adquiri, tento não cometer os erros do passado também.

Nos conte como você  escolhe as músicas do seu set, vale mais o que a pista quer ou o que você gosta mais?
Will - Sem dúvida vale mais o que a pista quer, ainda mais no momento que estamos passando. Atualmente eu toco olhando ainda mais para a pista e procuro tocar de acordo com o público, minha preocupação não é só mostrar as coisas novas. É um pouco complicado as vezes, mas estamos passando por uma mudança de público nas festas e não temos muitos hits. Tracks como "Put The Woman First", "Burguesinha" e "Mindnight" nunca faltam no meu case, pois são tracks que chamam a atenção de quem está curtindo uma festa de drum´n bass pela primeira vez. Depois de um tempo estas pessoas passam a procurar por mais informações. Tenho essa noção por causa  pelos meus alunos na DJ Ban, muitos nem sabem o que é drum'n bass quando chegam lá, acredita? Depois de um tempo já me perguntam por nomes como Noisia, Bcee e outros. Isso é bem gratificante e recarrega meus ânimos.

Sabemos que você anda fazendo algumas produções, o que podemos esperar do produtor Will em 2010?
Will -  Muito em breve já estará  disponível um EP chamado São Paulo Connections, com "I Cant Get Enought" produzida por mim, e outra "São Paulo Nights", que fiz junto com o Giorgiolive e com o Wes. O lançamento será pelo selo do BeatsConnection. Tenho feito mais algumas coisas que ando tocando nos meus sets, mas nada com previsão de lançamento. Tenho tirado um pouco mais de tempo para conversar com meu amigo Reason (rs...), então até o final de 2010 terei mais faixas próprias nos meus sets. Demoro um pouco para fazer as tracks porque gosto de tirar meus próprios sons e acordes com meu teclado MIDI, o Reason é bem intuitivo nisso.

Gabriel Quintão

Tracklist:

	Giogiolive feat Paulo Sérgio - Um Segredo (DJ Will Rmx) - (Beatsconnection)
	Random Movement - Infinite (Progress Recordings)
	Calibre - Half Full (Signature)
	Random Movement - Scotch Bonnet (Intrigue Music)
	Spectrasoul - Guardian (Metalheadz)
	Bass Reflex - Amplify (Plate)
	Taxman - If Only (Ganja)
	Random Movement - She Don´t Get it (Nu Directions)
	Makoto &#38; DJ Marky - Togetherness (HE:Digital)
	DJ Will - I Can´t Get Enought (BeatsConnection)
	Rougue Soul - Be With You DJ Marky &#38; Spy (BBE)
	Funktastics - Private World (Spin Recordings)

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		<itunes:author>gabriel.sya@gmail.com</itunes:author>
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		<title>DNBCast 002 &#8211; L_cio</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 01:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Laercio Schwantes é nosso segundo convidado para o novo formato do DNB Cast. Produtor paulistano, L_cio anda entre vertentes do techno como minimal e deep, mas depois de ouvir o que ele nos preparou percebe-se que a criatividade e a imaginação desse produtor vai muito além do que os equipamentos tecnológicos e gêneros musicais nos ditam nos dias atuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-18" title="L cio" src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/03/l_cio1.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p>Laercio  Schwantes é nosso segundo convidado para o novo formato do  DNB Cast. Produtor paulistano, <a href="http://www.myspace.com/lciolive" target="_blank">L_cio</a> anda entre vertentes do techno como minimal e deep, mas depois de ouvir o que ele nos preparou percebe-se que a criatividade e a imaginação desse produtor vai muito além  do que os equipamentos tecnológicos e gêneros musicais nos ditam nos  dias atuais.</p>
<p><span id="more-14"></span>Há alguns anos atrás começou a se apresentar com o formato Live PA,  tocando em clubes como Vegas e Tapas, ambos na Rua Augusta em São Paulo. Outras  apresentações incluem as festas Live PA party, na Trackers, Naganaja em Atibaia e recentemente na festa Quebrando A Fome, no Sutra Bar &amp;  Lounge.</p>
<p>Seu último lançamento, a faixa &#8220;Sdrow&#8221;, saiu este mês pelo netlabel de Bruno Real, o <a href="http://www.solidalab.com/releases-slb012-va-tres.htm" target="_blank">Solidalab</a>,  que voltou a disponibilizar música e conteúdo livre na  internet, vale a pena conferir seus outros releases. Outras produções podem ser ouvidas em seu <a href="http://soundcloud.com/lovercio" target="_blank">SoundCloud</a>.</p>
<p>Quando criança você teve influências dos seus pais na música clássica. O que te fez entrar no mundo da música eletrônica?<br />
<strong>L_cio </strong>- Meu interesse pela música eletrônica surgiu quando fui pela primeira vez numa rave. Fiquei muito intrigado com os timbres, efeitos e ambiências&#8230; A partir daí fui fazer um curso para compreender como a produção de música eletrônica acontecia (softwares, controladores e plug-ins) e não parei mais.</p>
<p>Nas suas apresentações (Live PA) você usa o Ableton Live. Porque escolheu ele?<br />
<strong>L_cio </strong>- O Ableton Live é uma ferramenta muito interessante tanto para produção como para apresentação no formato live act. Me adaptei muito bem aos instrumentos e possibilidades de criação. Hoje, além do Ableton Live, também utilizo uma <em>Electribe Korg RmkII</em> para a execução de algumas baterias.</p>
<p>Você já teve várias faixas lançadas por selos e netlabels internacionais e nacionais. Alguma que gostaria de destacar como sua favorita?<br />
<strong>L_cio</strong> &#8211; Tenho alguns lançamentos que gosto muito, mas a faixa que eu mais gosto foi lançada semana passada pelo netlabel Solidalab. A faixa é a &#8220;Sdrow&#8221; (<a href="http://www.solidalab.com/releases-slb012-va-tres.htm" target="_blank">download</a>/<a href="http://www.youtube.com/watch?v=eMo__9i8U3k" target="_blank">vídeo</a>).</p>
<p>Como foi sua primeira apresentação ao vivo e como foi a recepção do público com relação à sua música na pista de dança?<br />
<strong>L_cio</strong> &#8211; Minha primeira apresentação foi no Tapas club, na festa Subcut. Foi uma experiência muito bacana, pois tive a oportunidade de apresentar minhas faixas para bastante gente, além de ter a experiência de escutar meu trabalho num bom sistema de som. A galera curtiu e eu recebi muitos feedbacks positivos, além de ter me rendido duas outras gigs, uma no próprio Tapas e posteriormente no Vegas.</p>
<p>Mais alguma coisa?<br />
<strong>L_cio </strong>- Nesse live act que fiz pro DNB selecionei faixas que normalmente não toco, mas que gosto muito e poucos conhecem. Tenho também uma nova parceria de live act com o Jaime (aka Bmind), que tem feito um trabalho bastante relevante.</p>
<p>Convido todos os ouvintes a assistirem meu live act na festa Quebrando a Fome, que acontecerá dia 24 de Abril. Essa festa está crescendo muito e tem como objetivo arrecadar alimentos, sem cobrar nada, ou seja: não há nenhum lucro financeiro.</p>
<p>Agradeço imensamente a oportunidade de apresentar meu trabalho aqui.</p>
<p><strong> Thiago Salese</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Tracklist:</strong></p>
<ol>
<li>15 &#8211; L_cio (upcoming Insectorama netlabel)</li>
<li> Retrouvailles &#8211; Pheek  (L_cio remix)</li>
<li> AINDI &#8211; L_cio (Deepindub netlabel)</li>
<li> Bora Bora &#8211; Atos Loucos (L_cio remix &#8211; Elevado records)</li>
<li> Mas &#8211; L_cio (unreleased)</li>
<li> Alvorada &#8211; L_cio (upcoming Insectorama netlabel)</li>
<li> Bab &#8211; L_cio (unreleased)</li>
</ol>
<p></p>
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		<itunes:subtitle>Laercio  Schwantes é nosso segundo convidado para o novo formato do  DNB Cast. Produtor paulistano, L_cio anda entre vertentes do techno como minimal ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Laercio  Schwantes é nosso segundo convidado para o novo formato do  DNB Cast. Produtor paulistano, L_cio anda entre vertentes do techno como minimal e deep, mas depois de ouvir o que ele nos preparou percebe-se que a criatividade e a imaginação desse produtor vai muito além  do que os equipamentos tecnológicos e gêneros musicais nos ditam nos  dias atuais.

Há alguns anos atrás começou a se apresentar com o formato Live PA,  tocando em clubes como Vegas e Tapas, ambos na Rua Augusta em São Paulo. Outras  apresentações incluem as festas Live PA party, na Trackers, Naganaja em Atibaia e recentemente na festa Quebrando A Fome, no Sutra Bar &#38;  Lounge.

Seu último lançamento, a faixa "Sdrow", saiu este mês pelo netlabel de Bruno Real, o Solidalab,  que voltou a disponibilizar música e conteúdo livre na  internet, vale a pena conferir seus outros releases. Outras produções podem ser ouvidas em seu SoundCloud.

Quando criança você teve influências dos seus pais na música clássica. O que te fez entrar no mundo da música eletrônica?
L_cio - Meu interesse pela música eletrônica surgiu quando fui pela primeira vez numa rave. Fiquei muito intrigado com os timbres, efeitos e ambiências... A partir daí fui fazer um curso para compreender como a produção de música eletrônica acontecia (softwares, controladores e plug-ins) e não parei mais.

Nas suas apresentações (Live PA) você usa o Ableton Live. Porque escolheu ele?
L_cio - O Ableton Live é uma ferramenta muito interessante tanto para produção como para apresentação no formato live act. Me adaptei muito bem aos instrumentos e possibilidades de criação. Hoje, além do Ableton Live, também utilizo uma Electribe Korg RmkII para a execução de algumas baterias.

Você já teve várias faixas lançadas por selos e netlabels internacionais e nacionais. Alguma que gostaria de destacar como sua favorita?
L_cio - Tenho alguns lançamentos que gosto muito, mas a faixa que eu mais gosto foi lançada semana passada pelo netlabel Solidalab. A faixa é a "Sdrow" (download/vídeo).

Como foi sua primeira apresentação ao vivo e como foi a recepção do público com relação à sua música na pista de dança?
L_cio - Minha primeira apresentação foi no Tapas club, na festa Subcut. Foi uma experiência muito bacana, pois tive a oportunidade de apresentar minhas faixas para bastante gente, além de ter a experiência de escutar meu trabalho num bom sistema de som. A galera curtiu e eu recebi muitos feedbacks positivos, além de ter me rendido duas outras gigs, uma no próprio Tapas e posteriormente no Vegas.

Mais alguma coisa?
L_cio - Nesse live act que fiz pro DNB selecionei faixas que normalmente não toco, mas que gosto muito e poucos conhecem. Tenho também uma nova parceria de live act com o Jaime (aka Bmind), que tem feito um trabalho bastante relevante.

Convido todos os ouvintes a assistirem meu live act na festa Quebrando a Fome, que acontecerá dia 24 de Abril. Essa festa está crescendo muito e tem como objetivo arrecadar alimentos, sem cobrar nada, ou seja: não há nenhum lucro financeiro.

Agradeço imensamente a oportunidade de apresentar meu trabalho aqui.

 Thiago Salese




Tracklist:

	15 - L_cio (upcoming Insectorama netlabel)
	 Retrouvailles - Pheek  (L_cio remix)
	 AINDI - L_cio (Deepindub netlabel)
	 Bora Bora - Atos Loucos (L_cio remix - Elevado records)
	 Mas - L_cio (unreleased)
	 Alvorada - L_cio (upcoming Insectorama netlabel)
	 Bab - L_cio (unreleased)

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		<itunes:author>gabriel.sya@gmail.com</itunes:author>
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	</item>
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		<title>DNBCast 001 &#8211; André Sobota</title>
		<link>http://dnbcast.dnbonline.com.br/2010/03/dnbcast-001-andre-sobota/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 15:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[3Plus]]></category>
		<category><![CDATA[André Sobota]]></category>
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		<category><![CDATA[Techno]]></category>

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		<description><![CDATA[E é dada a largada para o podcast novinho em folha do DNB Online. Como primeiro convidado, escolhemos o André Sobota, que a maior parte dos leitores aqui do site certamente conhece como Bungle. Essa escolha se deve a vários motivos. O primeiro é a qualidade do trabalho do cara, que é indiscutível. A segunda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4" title="André Sobota" src="http://dnbcast.dnbonline.com.br/wp-content/uploads/2010/03/001-Bungle.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p>E é dada a largada para o podcast novinho em folha do DNB Online. Como primeiro convidado, escolhemos o<a href="http://www.myspace.com/andresobota" target="_blank"> André Sobota</a>, que a maior parte dos leitores aqui do site certamente conhece como Bungle.</p>
<p><span id="more-3"></span>Essa escolha se deve a vários motivos. O primeiro é a qualidade do trabalho do cara, que é indiscutível. A segunda é o fato de ele estar fazendo o mesmo caminho que nós do DNB: partindo das batidas quebradas em busca de uma maior abrangência. A terceira razão é que o live 4&#215;4 do André, que estreou mês passado no clube paulistano <a href="http://www.hothotsite.com.br/" target="_blank">Hot Hot</a>, é daquelas coisas bonitas de se ver e de se ouvir. A pista inteira com as mãos para cima, assoviando, gritando e um som bonito, melodias épicas, sempre mescladas a uma boa dose de minimal.</p>
<p>Não é a toa que ele faz parte do casting da <a href="http://3plus.uol.com.br/" target="_blank">3Plus</a>, que é dona do passe de nomes como Mau Mau, Renato Cohen, Eli Iwasa e até da Daniela Mercury e do Arnaldo Antunes. Também não é a toa que uma de suas produções, a  &#8220;Forgotten&#8221;, esteve no mix que o Gui Boratto lançou pelo selo Renassaince no começo de fevereiro. A música de Sobota tem o apoio de gente como Tiësto, Carl Cox, Dubfire, Stephan Bodzin, Mauro Picotto dentre outros vários.</p>
<p>Veja abaixo um bate-bola que fizemos com o André depois da apresentação no Hot Hot e ouça o mix exclusivo que ele preparou pra estréia do novo DNBCast.</p>
<p><em><strong>DNB</strong> &#8211; Qual é a estrutura do seu live, como são disparadas as faixas e como rolam as improvisações?</em><br />
<strong>André</strong> &#8211; Eu executo, crio e manipulo tudo pelo Ableton. Algumas faixas ganham  versão especial para tocar ao vivo. Além de me preocupar com a seleção  como em um DJ set comum, os elementos criados e manipulados ao vivo  moldam o live de acordo com a pista, o que pra mim é a melhor parte.</p>
<p><em><strong>DNB </strong>- O que você achou da sua primeira apresentação nesse formato? Como foi pra você?</em><br />
<strong>André</strong> &#8211; Foi incrível, não poderia ter tido uma oportunidade melhor de lançar o  projeto. Nunca me diverti tanto, foi uma noite memorável.</p>
<p><em><strong>DNB</strong> &#8211; Como está sendo sua recepção no mundo do 4&#215;4?</em><br />
<strong> André</strong> &#8211; Está sendo excelente, as faixas vêm tendo suporte de djs e produtores em  quem me inspirei para criar. O feedback das pessoas também é incrível.</p>
<p><strong>Laiz Chohfi</strong></p>
<p><strong>Tracklist</strong></p>
<ol>
<li>André Sobota &#8211; Black Pearl</li>
<li>André Sobota &#8211; Magma</li>
<li>Sonic Union &amp; Bastards of Funk &#8211; Rhythm (André Sobota Unreleased RMX)</li>
<li>Gui Boratto &amp; Anderson Noise &#8211; Triads (André Sobota RMX)</li>
<li>André Sobota &#8211; Nothing To Hide</li>
<li>André Sobota feat. Pedro Sobota &#8211; I Can Hear You</li>
<li>André Sobota &#8211; Unreal</li>
<li>André Sobota &#8211; Red Dust</li>
<li>André Sobota &#8211; One Day Out</li>
</ol>
<p></p>
]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>E é dada a largada para o podcast novinho em folha do DNB Online. Como primeiro convidado, escolhemos o André Sobota, que a maior parte ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>E é dada a largada para o podcast novinho em folha do DNB Online. Como primeiro convidado, escolhemos o André Sobota, que a maior parte dos leitores aqui do site certamente conhece como Bungle.

Essa escolha se deve a vários motivos. O primeiro é a qualidade do trabalho do cara, que é indiscutível. A segunda é o fato de ele estar fazendo o mesmo caminho que nós do DNB: partindo das batidas quebradas em busca de uma maior abrangência. A terceira razão é que o live 4x4 do André, que estreou mês passado no clube paulistano Hot Hot, é daquelas coisas bonitas de se ver e de se ouvir. A pista inteira com as mãos para cima, assoviando, gritando e um som bonito, melodias épicas, sempre mescladas a uma boa dose de minimal.

Não é a toa que ele faz parte do casting da 3Plus, que é dona do passe de nomes como Mau Mau, Renato Cohen, Eli Iwasa e até da Daniela Mercury e do Arnaldo Antunes. Também não é a toa que uma de suas produções, a  "Forgotten", esteve no mix que o Gui Boratto lançou pelo selo Renassaince no começo de fevereiro. A música de Sobota tem o apoio de gente como Tiësto, Carl Cox, Dubfire, Stephan Bodzin, Mauro Picotto dentre outros vários.

Veja abaixo um bate-bola que fizemos com o André depois da apresentação no Hot Hot e ouça o mix exclusivo que ele preparou pra estréia do novo DNBCast.

DNB - Qual é a estrutura do seu live, como são disparadas as faixas e como rolam as improvisações?
André - Eu executo, crio e manipulo tudo pelo Ableton. Algumas faixas ganham  versão especial para tocar ao vivo. Além de me preocupar com a seleção  como em um DJ set comum, os elementos criados e manipulados ao vivo  moldam o live de acordo com a pista, o que pra mim é a melhor parte.

DNB - O que você achou da sua primeira apresentação nesse formato? Como foi pra você?
André - Foi incrível, não poderia ter tido uma oportunidade melhor de lançar o  projeto. Nunca me diverti tanto, foi uma noite memorável.

DNB - Como está sendo sua recepção no mundo do 4x4?
 André - Está sendo excelente, as faixas vêm tendo suporte de djs e produtores em  quem me inspirei para criar. O feedback das pessoas também é incrível.

Laiz Chohfi

Tracklist

	André Sobota - Black Pearl
	André Sobota - Magma
	Sonic Union &#38; Bastards of Funk - Rhythm (André Sobota Unreleased RMX)
	Gui Boratto &#38; Anderson Noise - Triads (André Sobota RMX)
	André Sobota - Nothing To Hide
	André Sobota feat. Pedro Sobota - I Can Hear You
	André Sobota - Unreal
	André Sobota - Red Dust
	André Sobota - One Day Out

</itunes:summary>
		<itunes:keywords>DNBCast</itunes:keywords>
		<itunes:author>gabriel.sya@gmail.com</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
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	</item>
	</channel>
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